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  • Foto do escritor: Feltrin Jr
    Feltrin Jr
  • 14 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura

O Joinville em sua história, curta, diga-se de passagem teve 3 grandes momentos de glória. O seu nascimento e o OCTA campeonato é o maior deles, sem sombra de duvidas. O segundo grande momento de glória foi quando ninguém esperava, o bi campeonato 00/01 se consagrando o primeiro campeão do milênio em Santa Catarina quando ninguém esperava. E por terceiro, a ascensão meteórica da serie D até a serie A no inicio da segunda década do milênio. Momentos diferentes de glória mas que nos mostram a realidade nua e crua do porquê estamos nessa fase.


Começando pela fase mais gloriosa, o clube era bancado por uma das maiores empresas da cidade, se não a maior, toda a estrutura de “backoffice” como dizem os entendidos gestores da cidade era feito pela empresa que bancava o time, dinheiro não faltava, muito menos craques. Não a toa ganhamos tudo dentro do estado, éramos melhores, tínhamos mais dinheiro, tínhamos mais torcida, tínhamos tudo. Até a fonte secar.  Quando a fonte secou, acabou tudo. Nossos craques foram embora, nossos novos títulos também, sobraram a nossa camisa e nossa torcida.


Na segunda grande época de glória, não tínhamos dinheiro, não tínhamos estrutura, tínhamos alguns craques, uma mescla com a base, camisa e torcida. Resultado, bi campeonato estadual na força da raça e da camisa, com o apoio da imensa torcida.  Época de ouro curta, que assim como veio, se foi. Abandono geral do clube (abandono mais esquisito da história , ou não) que nos levou a mais uma era magra e seca.


Já na terceira época de glória, a mais recente e mais marcante, tínhamos dinheiro (?), tínhamos torcida, tínhamos camisa. A ascensão começou de maneira minimamente duvidosa, depois de um vexame em campo, um tribunal salvador. A partir daquele fato, grandes times foram montados, dinheiro nunca faltou e chegamos a nossa maior glória nacional, um bi campeonato nacional histórico que pra muitos marcará a vida de arquibancada, assim como eu.


Coloquei uma lupa em cima desses 3 principais momentos para chamar a atenção sobre um aspecto, ja tentamos de tudo, ter muito dinheiro, ter grandes craques, montar grandes times, mas em qualquer uma dessas formulas falhamos em algum momento que nos trouxe a lama, e cá estamos.


Uma coisa que me vem a cabeça é, ninguém aqui tem moral pra falar de ninguém. O JEC precisa de algo diferente pra sair desse buraco. Paramos de cavar? Paramos, mas pra sair dele só alguma coisa que ainda nao foi feita.


Seguimos sonhando com a vitória no próximo jogo, e que a gangorra nos leve ao alto novamente.


Com o coração partido novamente, mas menisco ajustado.


Feltrin Jr

 
 
 
  • Foto do escritor: Feltrin Jr
    Feltrin Jr
  • 12 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura

Quem acompanha mais próximo o JoinvilleÔ já sabia, o Dr Gambeta médico do JEC me levou ao DM. Fiz uma cirurgia que estava procrastinando a vários anos, lesão essa que havia me levado a aposentadoria das “canchas” Joinvilenses. Entre uma conversa ou outra, certamente o papo foi Joinville Esporte Clube. A mesa de cirurgia na segunda feira logo cedo era só alegria, nem nervoso eu estava. Antes de apagar, trocamos uma ideia rápida e logo afirmei a ele: “Dr, vc não sabe o alívio que é te encontrar aqui vencendo ontem, estava com medo de ficar em casa no marasmo de uma derrota/empate”. Fanático por esportes ele cuida das maiores equipes joinvilenses, médico do JEC, Joinville Vôlei, etc. Curiosamente o vôlei venceu e o JEC também no final de semana, da pra ter uma noção de quão alegre estava o centro cirúrgico na segunda pela manhã.

Mesmo que poucos percebam, o JEC opera milagres nos últimos anos, mês após mês consegue sobreviver a gangorra do futebol que vive o certame Joinvilense. Esse troca-troca de alegria e tensão está longe de acabar, quinta tem mais uma final e se engana quem acha que será fácil buscar pontos no sul do estado. Uma vitória facilita uma classificação para a próxima fase e nos deixa na boa pra decidir em casa contra o valente Santa Catarina a classificação para a próxima fase do catarinão. Uma vitória também embala do JEC no final da primeira fase e nos coloca na briga forte por uma das duas vagas na serie D 2026. Espero que a gangorra continue conosco no alto e avante.


Sobre meu DM, ficarei “de molho” em casa mas estarei junto dos meus amigos operando a live de transmissão comandada pela turma do Joinvilleo, e ligadinho no chat com a turma. Ficarei ausente da Arena Joinville também contra o Santa Cararina,  então provavelmente, somente em um eventual mata mata na Arena deverei estar de volta. Quem sabe voltemos a Arena numa quarta de final😅, se o JEC classificar bem não é?


Um abraço a todos.

Feltrin Jr

 
 
 
  • Foto do escritor: Chico Neto
    Chico Neto
  • 11 de fev. de 2025
  • 3 min de leitura

Esse breve texto tem tweets desse que lhes escreve de ontem (segunda-feira, 10/02), rescrito para um texto feito na madrugada de terça-feira (11/01) e não sei quando isso vai ser postado kkkkkkk.

Ontem completou um ano da vitória do Joinville contra a Chapecoense na Arena Conda, o jogo em que o JEC saiu na frente com um golaço do Cachoeira, tomou virada e depois revirou o jogo. Essa era, até domingo, a última vitória do tricolor fora de Joinville.

Ontem, uma vitória por 1x0 contra o Caravaggio no distrito de Caravaggio em Nova Veneza, a vitória do alívio, ela não faz tudo estar lindo, mas é um respiro, que seja para dar um norte, de não brigar contra o rebaixamento e sim pela vaga na D (o que é o mínimo).

A vitória de ontem teve um sabor de alívio semelhante ao da vitória por 3x0 sobre o Avaí, em 2023. O cenário apresentado tinha pequenas semelhanças com o atual momento. A vitória permitiu ao tricolor escapar da queda matematicamente. Se houvesse uma derrota naquele jogo, a última rodada daquele estadual seria uma luta contra a degola, assim como ocorreu em 2022. No final, o JEC foi para Concórdia em busca de uma vitória simples, mas decepcionou por muito e não deu um mísero chute no gol.

Uma derrota ontem acabaria com qualquer chance do Joinville, não matematicamente, mas a merda ia agarrar de vez, venceu e agora tem que agarrar a classificação de vez. Como disse um ouvinte do CBN joga nas 11 no programa de segunda (10/02), "quem despreza o tostão, não merece o milhão".

Não podemos contra um Hercílio Luz, que respira por aparelhos e está desesperado para não fazer um tratamento paliativo e apenas esperar a sua queda para o Catarinense Série B, ter a mesma dificuldade do último jogo do estadual de 2023. O JEC tem que jogar como jogou o primeiro tempo contra Caravaggio, Marcílio Dias, Brusque e Concórdia. A vitória tem que voltar a ter gosto de vitória, porque vai nos colocar diretamente na disputa pela vaga na Série D 2026. O Joinville x Santa Catarina vira praticamente um jogo que vai definir a primeira vaga direta para a Série D 2026.

A pequena crise que se instaurou pós JEC x Marcilio se foi, temos sim que comemorar essa vitória, porque tudo é história e a nossa história é escrita com muito sufoco, como diz o professor (como o próprio Hemerson Maria se define) “Por que tem que ser tão difícil para esse povo tricolor?”, vão existir outros JEC x Caravaggio (e outros jogos, com outros adversários) que ficaram na parte esquecida da história, mas vão estar lá, o futebol são pequenas doses de alegria no meio do caos cotidiano (e o nosso JEC custa dar essas pequenas doses para gente e eu nesse momento esqueci quem disse essa frase, tão repetida em grupos do Joinville Esporte Clube por WhatsApps da vida).

A fórmula é simples, vence na quinta, tenta minimizar os sufocos tomados no segundo tempo (porque é certo que vai rolar, pelo que o JEC mostrou até aqui e pelo que significa esse jogo para o Hercílio Luz) e parte para o último jogo em casa com outro clima, para chamar de novo o povo para a Arena e para, de uma vez por todas, mostrar que essa camisa ainda é muito pesada e fazer ela pesar nos outro e não na gente mesmo.

Agora são 02:10 da segunda para terça, escrevo isso enquanto de fundo “vejo” um react do Brino, não estou prestando muito atenção no vídeo de fato kkkkkkk, mas precisava desabafar um pouco e gerar um pouco de conteúdo aqui no JoinvilleÔ, deu nisso, espero que o JEC se reencontre na sua história, a história do maior clube de Santa Catarina.

 

Chico Neto

 
 
 
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