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  • Foto do escritor: Chico Neto
    Chico Neto
  • 24 de nov. de 2025
  • 3 min de leitura

Entre os times que não mereciam uma vaga na Copa do Brasil, o JEC é o que mais mereceu (confuso, mas vamos lá). O JEC vai para a Copa do Brasil 2026. É claro que a discussão se merecia ou não vai rolar, mas pelos resultados o Joinville conquistou a vaga, foi o que mais mereceu entre os que não mereceram a vaga.


Claro que teve a polêmica do gol anulado do Barra pelo Bráulio, mas o Criciúma teve a oportunidade de vencer e eliminar o rival praticamente moribundo no Catarinense e não teve a capacidade de marcar um gol sequer jogando em casa e com o estádio lotado, foi eliminado nos pênaltis com o goleiro Bruno Pianissolla pegando dois pênaltis. Será que via estadual o Criciúma mereceu mais que o JEC no final?


Na Copinha chegaram às semifinais os quatro times que levaram a competição a sério e talvez a final tenha sido mais pelo peso das camisas de Joinville e Figueirense do que 100% competência de ambos, já que tanto Marcílio Dias quanto Blumenau estavam mais focados durante toda a competição, mas a final virou JEC x Figueira e o título do alvinegro foi mais que merecido, não só pelos 6x2 no agregado, mas pelo resto da competição, por não se abalar pela Série C muito abaixo, onde, por momentos, esteve no Z4 e indo para a Série D, soube virar a chave. Já o JEC de novo ficou como o time sem vaga na CdB com melhor colocação no fim de mais uma competição.


Os números da campanha de 2025 são feios. O JEC teve um aproveitamento de apenas 42,3% nas 41 partidas disputadas. O artilheiro do Joinville jogou até 19 de março, uma eliminação para o Cianorte, tomando 4x0 na segunda fase, e um 4x1 em casa numa final contra o Figueirense. A única competição que o Joinville saiu sem ser goleado foi o Catarinense, eliminação doida para a Chapecoense.


Sempre falo que é preciso que todos que fazem parte do dia a dia do Joinville (da diretoria até os torcedores, passando por jogadores, treinadores e imprensa) parem de elevar tudo aos céus ou rebaixar tudo ao inferno; existe um mundo muito grande entre um extremo e outro.


Não precisa ficar agradecendo ao Braúlio da Silva Machado e ao Samir Xaud por uma vaga na Copa do Brasil, como também não podemos vangloriar como um título essa vaga na primeira fase da competição, que, por conta das campanhas do JEC nos últimos 5 anos, deve jogar na Arena Joinville (se continuar com o critério de o pior ranqueado jogar em casa a fase 1).Até por que, nossa campanha na Série D foi ridícula, começou vencendo jogos, mesmo sem convencer, conseguiu a liderança no fim do 1º turno e a classificação virtual com varias rodadas de antecedência, mas só foi confirmar de fato na penúltima rodada e pela combinação de resultados e terminou da forma mais melancólica possível, goleados e vendo que o time que bateu no teto (segundo o trinador do tricolor na época) subindo de divisão e levando a taça, foi com toda certeza o momento mais baixo de todo o ano e onde a torcida teve mais expectativa, mais queria ser campeão e onde menos conseguiu encantar e unir, foi o momento onde tudo o que acontecia fora das 4 linhas foi ainda mais exposto, dividas, antecipação de receitas, negociação da SAF com a Sportheca e no final caso de indisciplina de atletas que mostraram que não estavam comprometidos com uma final e com o peso que ela tinha no futuro do clube.


Muita confusão, muito disse me disse, isso tudo irritou e muito o sócio torcedor e com certa razão, muitos buscam viver o dia a dia do clube de forma mais próxima e o estatuto abre espaço para isso, mesmo que muitas vezes não aconteça na prática.


O que fica de lição de 2025 é que é preciso se atentar aos sinais, não fechar o olho para o óbvio, para as derrotas, para os desgastes, para as baixas e para a queda de rendimento. Já para a torcida, que de novo empurrou o Joinville às suas vagas (Série D e Copa do Brasil), continuem, continuem apoiando, participando, acreditando. O JEC hoje só existe por conta da sua torcida e ela é o maior patrimônio de um clube.


Chico Neto

 
 
 
  • Foto do escritor: Feltrin Jr
    Feltrin Jr
  • 21 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

Imagem: Reprodução Globoplay


Nenhuma outra pessoa que eu conversei desde ontem, consegue acreditar que o Maria vai dar jeito. Um dia após a derrota sobre o São José, nem o “seu Albano” acredita mais. Logo agora, um dia depois de se tornar o técnico com o maior número de partidas comandando o clube na história. Pareço ser o único torcedor fora do clube que acredita que ele ainda pode achar uma saída para tornar esse ano de 2025 inesquecível para todo mundo. Depois de 144 jogos a frente do JEC ninguém entre nós esteve tantas vezes a beira do campo ouvindo o que a torcida tem a dizer sobre seu trabalho.

Ontem na coletiva com um semblante simples e sincero de quem de fato não está satisfeito, assim como todos nós, respondeu a todas as perguntas que lhe fora feito de maneira muito transparente, inclusive com peteleco no Chico Neto. Certamente o Maria com o passar de tantos jogos, esteja ciente do clima do lado de cá. Não é novidade ele ir contra ao clamor popular e no fim conseguir conquistar seus objetivos. Saberemos com o passar do tempo, se ele encontrará essa saída que ta todo mundo procurando, e ela se chama ACESSO.

Em tempo, diante da tragédia da derrota, gostei da postura do grupo em o proteger, Naldo na coletiva durante a semana, Guti no pós jogo, Bazilio na coletiva pós jogo, e principalmente o presidente na CBN logo após o jogo.

Digo desde nos nossos programas, que no nível de competição que temos disputado, time bom classifica fácil, mas quem sobe é quem tem um grupo focado em um só objetivo. Nada é fácil na vida do Joinville Esporte Clube, e mais uma vez não será fácil. O discurso de todos é de união do grupo, e isso será posto a prova nos próximos confrontos, certamente o JEC terá de ter muitas conversas difíceis para que saia de onde se colocou.


Andamos com fé, porque a fé não costuma falhar!


PS: Nossos acessos sempre vieram fora de casa, dentro de casa aconteceu o que aconteceu 🥲. Isso é um bom sinal?


PS2: Será que o Ruffles estará aqui também? Vou continuar acreditando no trabalho a longo prazo meu camarada, mas isso não quer dizer que “estou passando pano”. E se tiver? Ta tudo bem também, eu prefiro acreditar.


Feltrin Jr

 
 
 
  • Foto do escritor: Chico Neto
    Chico Neto
  • 10 de mar. de 2025
  • 4 min de leitura

BENO FOTOS/JEC
BENO FOTOS/JEC

UM NOVO VELHO JOINVILLE OU UM OÁSIS NO DESERTO?

Fim da linha para o Joinville no Catarinense 2025, depois de nove anos o tricolor fica entre os quatro melhores times do estado, desde 2016, quando perdeu para a mesma equipe da Chapecoense pelo mesmo placar de 2x1 (mas, no agregado) na decisão do estadual, o JEC não chegava tão longe na competição.

Uma trajetória feita de provações, no dia do aniversário do clube, o clássico Norte-Sul 196 foi um passeio do time rival, derrota por 3x0 ao natural, três dias depois, outro 3x0, dessa vez para o Avaí, foi o primeiro momento de crise no Joinville, não pela derrota em si, mas do jeito que elas aconteceram um time apático e que não demonstrava nenhuma visão positiva para o futuro, o JEC clamava por um fato novo, principalmente dentro de campo.

Antes dessa crise, teve a vitória contra o Concordia em casa por 2x1, os resultados esperados estavam acontecendo nas quatro primeiras rodadas, empatou com os dois times com divisão em casa e mais um empate contra um time sem divisão, mas jogando como visitante e jogando em casa venceu um confronto direto, mas dava pra ver as dificuldades que o elenco tinha.

O Joinville foi até o sul do estado para dois confrontos diretos, pela Série D e para não se rebaixado, venceu o Caravaggio em Nova Veneza, que parecia o jogo mais difícil dessa excursão no Sul-catarinense e depois perdeu para um Hercílio Luz em tratamento paliativo, foi a melhora da morte do leão do sul que nada fez nesse estadual, a não ser, dificultar a vida do Joinville na competição e criar uma segunda crise no tricolor do norte catarinense, em sete dias o JEC foi do céu ao inferno, o jogo entre Joinville x Santa Catarina que seria o jogo para definir o primeiro classificado para série D virou um confronto de vida ou morte para a gente.

E foi nesse jogo em que o JEC mostrou que é o time de quem acredita, saiu perdendo jogando um futebol fraco no primeiro tempo, o Santa Catarina parecia que se multiplicava dentro de campo e o Joinville estava todo acuado, no intervalo o professor Hemerson Maria realizou quatro substituições que mudaram o jogo e a vida do Joinville, mas antes, um segundo gol do SC que parecia que ia ganhar fácil aquele jogo, mas Marcinho, Brazion, João Mafra e Juninho transformaram a derrota certa numa das vitorias mais épicas do JEC na história, como um rolo compressor o tricolor virada o jogo para 4x2, sofreu um gol no final, mas que não tirou a vitória do Joinville em casa e mais uma vez vencia um confronto direto em casa.

Na última rodada foi uma loucura total, o JEC teve o cenário mais fácil dos últimos anos, mas conseguiu complicar e muito, esteve eliminado e foi salvo pelo gol irregular, mas que foi anulado depois de ser validado e com muita polemica, mesmo achando que houve falta no goleiro do Caravaggio, a lambança que Bráulio da Silva Machado fez, em não sinalizar de forma clara a mudança de decisão que ele pode fazer, com amparo da própria regra do esporte, mostra como é fraca e em muitas vezes incompetente a arbitragem do futebol catarinense (e brasileiro), tanto é que o resultado da partida continua em julgamento, com recusas e aceitações do TJD, o JEC foi salvo no som do gongo, mas teria que enfrentar o maior rival e fazer algo épico.

E foi exatamente isso que aconteceu, o Criciúma jogou melhor o jogo todo, porém não teve a capacidade de finalizar ao gol e quando teve, encontrou um gigante Bruno Pianissola, a velha máxima de quem não faz, leva, teve seu desfecho, o Criciúma não fez no tempo normal, nos pênaltis teve a oportunidade de matar o jogo, não fez e sendo assim, não mereceu, o Joinville que saiu perdendo conseguiu a virada nos pênaltis e se classificou o dito já tricampeão do estado, o que ganharia fácil, com os pés nas costas, o Real Madrid catarinense.

Ontem o Joinville entrou leve, sem pressão, o que fez o Joinville cair de pé, competindo, lutando, buscando o jogo, a derrota é muito doida, mas a campanha até aqui foi boa na medida do possível, uma derrota não faz tudo estar certo, mas uma vitória não faria tudo estar certo, tudo lindo, tudo maravilhoso, como se achou em 2016, que chegou até final e perdeu e se vendeu um cenário de tranquilidade e que conseguiria o acesso.

Espero que essa campanha de superação e voltando a ser protagonista de alguma forma, vire o padrão, do Joinville chegando entre os melhores e brigando por título, que não seja só um oásis no meio dessa caminhada no deserto que o Joinville vive e ano que vem volte ao marasmo, ano que vem o Joinville vai ser o time que terá os seis jogos na primeira fase como mandante, mais um calendário cheio definido e mais uma chance de voltar a fazer história no campeonato estadual temos que ver esse campeonato, ter como espelho e repetir essa campanha e melhorar ela, chegar numa final, voltar a ser protagonista de fato, como foi prometido pelo presidente Darthanhan lá em 2022 no lançamento da campanha da chapa Sou JEC, o Joinville merece isso, porque isso é a história do maior clube de Santa Catarina.


Chico Neto

 
 
 
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