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  • Foto do escritor: Gustavo Salves
    Gustavo Salves
  • 8 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura

Nas lentes de Guto Salves...


Vamos falar um pouco sobre o jogo do Jec x Marcílio ontem na Arena.

Ontem foi o melhor primeiro tempo do Joinville no campeonato. Melhor ate que contra o Concordia. Criamos várias chances, dominamos o jogo por completo na primeira etapa.


Tomamos um gol irregular (na minha opinião). Não nos abatemos, e fomos buscar o empate e quase viramos ainda.

Segundo tempo foi trocação franca entre as duas equipes, mas o JEC levando mais perigo ao Marcilio.


Enquanto o Júlio Cesar e o Lucas de Sá estavam com fôlego, estávamos bem. Na substituição dos dois por Juninho e Rickelme nosso time perdeu o meio campo. Brazion que estava bem e anulando o lado direito do Marcílio foi jogar pelo lado esquerdo deles e sumiu no jogo.


Juninho que SEMPRE que jogou, jogou pela direita, ontem foi jogar no lado esquerdo. Resultado: Não desempenhou bem, e ainda anulou a atuação do Brazion.

Rickelme Lopes até agora não mostrou a que veio. Precisa querer e entregar mais dentro de campo.


Ontem o João Mafra entrou numa “fogueira” literalmente. Errou bastante coisa. Mas mostrou personalidade, por ser sua estreia.

E a entrada dele mostra que alguma coisa tinha entre Chagas e Comissão Técnica. Acho que poderia ter sido melhor aproveitado no elenco.


E sobre o Hemerson Maria agora: Professor, acredito e apoio você. O elenco que deram (e você ajudou a trazer algumas peças) é fraco e curto mesmo. Mas você precisa ser mais corajoso, audacioso. Principalmente jogando dentro de casa. Trocar volante por volante. Meia por meia. Lateral por lateral é se conformar pelo resultado. Na saída do Belão e do Yalle, por que não ter colocado o Caion? Puxasse o Ernandes pra 3º zagueiro, colocaria o Caion e Cristian Renato na área e o Mafra no meio. Daria certo isso? Não sei. Mas mostraria que você, assim como a torcida, QUERIA a vitória.


E pra finalizar esse longo texto: Parabéns para a torcida Jequeana. Depois de duas surras fora de casa, colocar quase 7mil pessoas na Arena mostra que somos a maior e melhor de SC. Apoiou o time o jogo inteiro. Cantou, vibrou, incentivou durante os 90 minutos. Só protestou quando o jogo acabou. E fez o protesto com respeito e educação.


Tenho certeza que conseguiremos nossos objetivos. Eu acredito no trabalho executado. Venceremos!


Obrigado e um abraço.

 
 
 
  • Foto do escritor: Feltrin Jr
    Feltrin Jr
  • 27 de jan. de 2025
  • 3 min de leitura

O JEC tem essa semana a primeira “excursão” do ano. Vai a Criciúma no Sul do estado, fica na cidade após o confronto com o time carvoeiro, se dirige a capital no final da semana e enfrenta o Avaí no Sul da Ilha. O JEC ESTÁ hoje facilmente em seu melhor momento no que se refere Futebol, pelo menos desde aquele time de Leandro Zago. O JEC Tem um time competitivo (aparentemente não estávamos tão longe conforme alguns profanavam). Hemerson consegue extrair o melhor possível do elenco, que, mesmo com suas dificuldades se mostra firme e valente com as adversidades dos jogos que fez até agora. Fez um bom jogo contra o “todo poderoso” Figueirense( agora com rios de dinheiro pelo o que dizem), fez um jogo burocrático contra o Barra na estréia de sua nova casa, venceu e convenceu diante do Concórdia e dividiu o jogo com o bom time do Brusque, com chances de vencer, e de perder também evidentemente.

O que me parece, e me deixa muito feliz, é ver que o time do JEC sabe de onde veio, sabe de suas raízes e da importância que tem para todo um povo. A torcida como sempre corresponde aos chamados, novamente empurrando com bons públicos na Arena. Maria fez com que fôssemos respeitados dentro de casa novamente e agora parte para uma viagem que pode clarear a classificação do tricolor à próxima fase. Ou soma pontos importantes nos dois jogos fora, ou voltará pra casa pressionado tendo que valer o mando de campo para buscar a vaga na serie D. O que se viu até agora deixa o torcedor confiante em pontuar em pelo menos um jogo. O JEC está invicto na competição, a 1 ponto da liderança, 50% dos pontos conquistados, com bons destaques do elenco mesmo diante de todas as dificuldades.  Conforme o título diz, não importa agora aonde estamos, e sim de onde viemos. O JEC veio de tempos sombrios até esse momento, mas sabe aonde quer chegar, alias voltar. Ninguém disse que seria fácil, e não esta sendo. O JEC veio de catarinenses péssimos nos últimos anos, até mesmo no ultimo ao qual nos chancelou novamente a serie D, tínhamos um bom time, mas éramos inconstantes, culminando numa eliminação vexatória. Lá mesmo na ressacada, palco do jogo de Sábado. Toda vibração positiva é necessária para que saibamos o caminho certo para nossas conquistas, sempre com humildade e trabalho forte, nunca esquecendo de onde viemos. Viemos da cidade onde o super-herói veste preto branco e vermelho.


Rapidinhas:


  • Breno Santos - Na copinha nós já falávamos sobre a qualidade do volante tricolor. O gol de sábado entra para o hall de golaços na Arena, um toque pra dominar, 3 passos pra batida seca rente ao chão, um foguete. Renovado ate 2026. Acerto para o Tricolor!


  • Presidente visão de jogo - Presidente Darthanhan esteve no programa Visão de Jogo, da radio Eldorado FM, o JoinvilleO enviou perguntas ao mandatário tricolor. Vale o tempo, mais uma boa entrevista para entendermos a realidade atual do JEC e do futebol de Santa Catarina.


  • Transmissão JEC x Brusque - Na cabine 21 mais uma vez estivemos, junto com o camarote JoinvilleO Fans seguimos invictos. Mais uma boa jornada esportiva regada a muito improviso, boas risadas e muita descontração.


  • DG - Unanimidade entre a torcida tricolor, DG é diferente, cria do morro, esbanja habilidade e simpatia. Mais um doguinho invadiu o campo e procurou o ponta quadricolor em busca de afago. No aquecimento, la da cabine 21 mandei um salve pro DG e ele aparentemente viu e correspondeu. Não importa por onde jogar, as crias da nossa base merecem nossa admiração e respeito!


  • Chopp Gelado - Não houveram relatos de chopp quente no sábado, inclusive nosso grande parceiro Diogo @colecaodojec pode degustar alguns dos tantos ofertados nos bares da Arena. Visivelmente satisfeito com a qualidade da gelada dos bares da Arena deu sua graça na cabine 21 ao final do jogo para reforçarmos a campanha em busca das esferas da camisa JM. Se você tem uma camisa dos 30 anos do JEC desenhada pelo mestre Juarez Machado, entre em contato com o Diogão.


Feltrin Junior

 
 
 
  • Foto do escritor: Chico Neto
    Chico Neto
  • 23 de jan. de 2025
  • 3 min de leitura

Após longos 326 dias, o JEC voltou a vencer. Os dois tentos de Cristian Renato, ainda no primeiro tempo, garantiram mais que três pontos e a primeira vitória no estadual, fizeram o JEC alcançar sua vitória de número 250 na Arena Joinville.


Quem me conhece sabe que gosto muito de história e de histórias, culpa do professor Reginaldo Jorge (vulgo Tio Regi), que hoje ocupa a cadeira 29 na Academia Joinvilense de Letras. Gosto principalmente das histórias envolvendo o Joinville Esporte Clube, são inúmeras, desde antes do bendito 29/01/1976.


Já na Arena Joinville, as histórias com o JEC vão desde aquele 3x1 contra o Paraná Clube, num longínquo 14/01/2005, até o dia 22/01/2025, que até o momento em que escrevo esse texto, é a data do último jogo lá. Pois é, já se passaram 20 anos desde que a Arena substituiu o Ernestão. A União que marcava presença na Rua Coronel Francisco Gomes agora marca presença na Rua Inácio Bastos. As arquibancadas de metal agora são cadeiras de plástico nas cores preta, branca e vermelha, colocadas na arquibancada de concreto que, por muito tempo, foi colorida e serviu de assento.


Muitas vezes, escuto de alguns torcedores do Ernestão que sentem falta do velho casarão. Escutei, como argumento, que a Arena não pertence ao JEC (mas que contraditório, o estádio Ernesto Schlemm Sobrinho é do Caxias).


São 20 anos que histórias foram escritas, grandes clássicos disputados e também jogos fraquíssimos. São 20 anos onde amizades foram criadas, seladas e fortalecidas. Afinal, todo mundo tem aquele amigo que o JEC deu.


Nesse tempo e nessas 250 vitórias, tem algumas mais emblemáticas que outras. Ninguém se esquece do 3x1 contra a Ponte Preta em 2014, que foi a 168ª vitória tricolor na nossa catedral e também a vitória que valeu o título nacional, mas talvez poucos se lembrem da vitória por 2x0 contra o Volta Redonda pela Série C de 2017 que determinou a 200° vitória do JEC na Arena.


Infelizmente, não pude presenciar a história da 250ª vitória do Tricolor na Arena Joinville, casa do JEC. Nessas últimas duas décadas, a Arena viu títulos que o Ernestão não viu. Os dois títulos nacionais foram à nossa catedral. Em contrapartida, o estádio da Rua São Paulo viu a festa de 11 dos 12 títulos estaduais, sendo oito consecutivos. Só não viu o primeiro, erguido na zona norte da cidade, enquanto o Ernestão passava por reformas visando o campeonato nacional e ser a sede fixa do JEC.


Ainda temos muitas vitórias para conquistar na nossa casa, muitos títulos para conquistar e muitas histórias para se escrever, contar e ouvir. Daqui a 20 anos, quando o clube estiver beirando seus 70 anos, a Arena seus 40 e o Joinville ter passado das 500 vitórias (eu espero), vamos contar para filhos e netos a história de muitas e muitas vitórias, lá na milésima vitória, é possível que muitos de nós já não vamos mais estar aqui e ficará com pessoas que talvez nem nasceram a responsabilidade de contar essas histórias e as novas que surgirem.


Talvez essa vitória de número 250 seja esquecida com o passar dos tempos e só um Chico da vida lembrará dela, ou um Anderson Miranda saberá os dados dessa partida e de todas as futuras vitórias. O mais importante é não deixar a história morrer, sempre levar ela adiante, sempre contar ela, porque ela nos pertence e, mesmo com tropeços, ela é linda.


 
 
 
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