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  • Foto do escritor: Guilherme Luiz
    Guilherme Luiz
  • 22 de jan. de 2025
  • 1 min de leitura

Não lembro de um período tão longo quanto nessa nossa história tricolor, mas essa é a informação: já são 326 dias sem vitória do Tricolor em jogos oficiais.


A nossa última partida vitoriosa foi na última rodada do Catarinão de 2024, na Arena, mas como visitantes: vitória de 3x1 contra o mandante Nação Esportes, já rebaixado. Uma partida que foi o respiro necessário para a conquista - na bacia das almas - da vaga para a Série D que disputaremos neste ano.


O texto de hoje é mais um papo reto, 'pá-pum': o Joinville precisa urgentemente de uma vitória. Não podemos aceitar e normalizar que estejamos há quase um ano inteiro sem vencer uma partida. Pior: não podemos passar três rodadas de um Catarinense onde precisamos tanto de resultados (em função das apenas duas vagas para a Série D do próximo ano) sem vitória, sobretudo quando os primeiros três jogos são contra times de um patamar muito próximo ao nosso.


Hoje é vencer ou vencer a equipe do Concórdia. Como Hemerson Maria fará isso, tendo um arsenal fraquíssimo de opções do meio campo para frente, aí eu honestamente já não sei.


Mas "se o Joinville não ganhar, olê olê olá...".l


Guilherme Luiz

 
 
 
  • Foto do escritor: Guilherme Luiz
    Guilherme Luiz
  • 16 de jan. de 2025
  • 3 min de leitura

O assunto “SAF” tem tomado conta dos bastidores do futebol, Brasil afora, no último período. A Lei 14.193/2021, que dispõe sobre as chamadas Sociedades Anônimas do Futebol (SAF), já contava com a adesão de mais de 60 clubes pelo Brasil até o final de 2024.


A nova legislação permite que clubes de futebol se transformem em sociedades empresárias, “profissionalizando” a gestão e facilitando a captação de investimentos por meio de mecanismos como emissão de ações e governança corporativa. A lei também oferece um regime tributário simplificado e alternativas para renegociação de dívidas, como parcelamentos e recuperação judicial (que é o caso do Joinville, lembremos), além de criar o Fundo de Garantia do Futebol (FGF).


Há, no entanto, desafios, como o risco de perda de identidade dos clubes que eventualmente seguem por este caminho, além de a maior concentração de poder nas mãos de investidores (e, por isso, menor poder para os sócios e conselheiros). Sinto que não temos regulamentações adicionais para garantir equilíbrio entre os interesses esportivos e comunitários que cercam o clube e os seus interesses financeiros.


É verdade que a SAF representa uma oportunidade para o crescimento sustentável do futebol brasileiro - que de fato esteve atolado de dívidas nos últimos anos - mas exige atenção para evitar que uma paixão nacional, como o futebol, perca sua essência e seu espaço cativo no coração da nossa gente.


Todos esses parênteses acima foram necessários para garantir uma explicação prévia do que discutimos aqui quando falamos de SAF.


O que circula na mídia há uns dias é que a diretoria do Joinville tem “pressa” para conseguir transformar o clube nessa nova modalidade, especialmente depois de perder o patrocinador master do clube às vésperas da estreia no Catarinense, mesmo tendo conseguido repor o patrocínio (em que pese que os dois novos apoiadores master somados não consigam chegar ao valor do acordo anterior). É uma solução que parece mais fácil mesmo. Ainda mais com os relatos da mesma diretoria de que já há conversas em andamento com investidores há uns meses - e desde a gestão anterior já há uma comissão ou grupo de trabalho tratando do tema.


O perigo, para além do mérito das potenciais perdas (cito identidade, por exemplo, para não entrar na discussão aqui) que uma SAF poderia vir a trazer ao clube, é que uma transição ‘rápida’ ocasionada por uma urgência criada pode vir a trazer uma série de erros no processo. Ou não lembramos aqui de quando a Recuperação Judicial foi anunciada pelo ex-presidente Fischer deixando todo mundo confuso, assustado e inseguro? Por sorte, a atual diretoria teve competência para lidar com o processo - e, ainda assim, foi por pouco.


Tudo isso, tricolores e tricolôras, para dizer que é absolutamente preocupante que uma transformação em SAF seja feita sem o devido tempo para o debate entre conselheiros, sócios e toda a comunidade. O mérito, de novo, deixamos para outro momento - se a diretoria entender que precisamos realmente amadurecer esse tema.


O Joinville é muito maior que a diretoria de hoje, de ontem ou de amanhã. Então é fundamental envolver a comunidade em qualquer discussão que transforme o clube em uma dimensão tão grande. Esperamos que o presidente Darthanhan tenha esse entendimento e que possa dar tempo ao tempo. Como o dirigente sempre se mostrou favorável e adepto do diálogo, acredito que não teremos maiores problemas.


A garantia de investimento não é mais importante que proteger a história, o presente e o futuro de um clube como o Joinville.


Guilherme Luiz

 
 
 
  • Foto do escritor: Mister J
    Mister J
  • 15 de jan. de 2025
  • 3 min de leitura

Foi assim que a torcida e a crônica esportiva local avaliaram a estreia do JEC. No último sábado, o Joinville Esporte Clube iniciou suA Jornada no Campeonato Catarinense. Nos primeiros 20 a 25 minutos, o JEC dominou a partida. O Figueirense, insistindo em saídas curtas desde o tiro de meta, sofreu com a marcação em bloco alto do JEC, que sufocou o adversário. Com uma marcação de encaixe individual, o Joinville foi extremamente eficiente ao bloquear os avanços e transições da equipe alvinegra, conquistando várias roubadas de bola no campo de ataque. No entanto, devido à limitação técnica e ao afobamento dos jogadores, a equipe não conseguiu transformar essas oportunidades em gols.


Após os 30 minutos do primeiro tempo, o Figueirense conseguiu equilibrar a partida, e o placar permaneceu inalterado até o intervalo. No início do segundo tempo, o jogo seguiu um padrão semelhante ao da etapa inicial. Entretanto, o Figueirense ajustou sua estratégia no intervalo, passando a utilizar uma saída com três jogadores na defesa. O Joinville, por sua vez, recuou e adotou uma marcação em bloco médio, diminuindo a pressão aplicada na primeira etapa. Com isso, o jogo se tornou mais lento e até cansativo, marcado por muitas faltas e interrupções para atendimentos médicos e substituições.


A partir dos 35 minutos da segunda etapa, o cansaço começou a pesar sobre o Joinville, reflexo da alta intensidade da marcação no primeiro tempo. O Figueirense passou a ter maior volume ofensivo, forçando o JEC a recuar ainda mais, defendendo-se em bloco baixo e, em alguns momentos, posicionando até seis jogadores na última linha. Apesar de alguns sustos, o empate sem gols persistiu até o final.


Entre os pontos positivos, destacam-se a organização e a obediência tática dos jogadores sob o comando do técnico Hemerson Maria. A defesa demonstrou muita solidez, com atuações impecáveis de todo o sistema defensivo.


Por outro lado, ficou evidente a necessidade de melhorias no aspecto técnico, especialmente no terço final do campo. A falta de criatividade e poder ofensivo foi um entrave para a criação de chances mais perigosas e para pressionar efetivamente a defesa adversária.

Nos números da partida, o Joinville teve menos posse de bola, com apenas 36%. Contudo, o tricolor realizou 14 finalizações, sendo 2 bloqueadas, contra 6 do Figueirense. Apesar disso, nenhuma das finalizações do JEC foi em direção ao gol. Em termos de gols esperados (xG), o JEC alcançou 0.63, enquanto o adversário teve apenas 0.12. O xG mede a qualidade das oportunidades ao calcular a probabilidade de gol de uma determinada posição em campo. Defensivamente, o JEC registrou 8 desarmes, contra 5 do adversário.


Nos destaques individuais, o volante Breno Santos teve uma grande atuação, com 58% de duelos ganhos, um número excelente. O jovem Kennedy, extremo oriundo da base, acertou 83% dos dribles, mostrando muita habilidade. O zagueiro Guti foi soberano nos duelos aéreos, com 100% de êxito, neutralizando completamente o centroavante adversário. Já o atacante Cristian Renato, embora não tenha marcado, mostrou muita entrega: participou de 24 duelos, vencendo 11 deles.


Em resumo, o JEC demonstrou boas valências coletivas e performances individuais promissoras. Seguimos confiantes e ansiosos pelo confronto contra o Barra, faremos a inauguração do novo estádio deles. Espero que possamos colocar água no chopp dessa festa!


Vamos tricolor!


Aqui quem fala é Mister J, deixo meu abraço pra quem se importa!

 
 
 
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